OMEGA-3

Ingredientes: Óleo de Peixe (Ômega 3). Cápsula: Gelificante Gelatina, Veículo Água Purificada e Umectante Glicerina.

Alergênicos: Contém derivado de peixe. Pode conter derivados de soja, crustáceos, castanha-do-pará e trigo. CONTÊM GLÚTEN.

Modo de uso: 500mg: Ingerir 2 (duas) cápsulas, 2 (duas) vezes ao dia, preferencialmente antes das principais refeições e com o auxílio de água. 1000mg: Ingerir 1 (uma) cápsula 2 (duas) vezes ao dia, preferencialmente antes das principais refeições e com o auxílio de água.

Cuidados de conservação: Conservar ao abrigo da luz, umidade e calor excessivos e com a embalagem fechada. Não consumir este produto caso o lacre de segurança esteja rompido.

Os ácidos graxos foram apontados, até o início do século XX, exclusivamente como uma forma eficiente para armazenamento de energia, os quais podem ser sintetizados pelo organismo a partir de proteínas e carboidratos. Desde então, várias evidências destacaram que uma dieta pobre em ácidos graxos é associada a síndromes que podem levar determinados pacientes a óbito. Criou-se então o conceito de ácidos graxos essenciais: ácidos graxos imprescindíveis ao organismo, que não podem ser sintetizados pelo mesmo e que, por este motivo, devem ser fornecidos na alimentação. Duas "famílias" de ácidos graxos são essenciais: os ácidos graxos ômega-3 (ou n-3), representados pelo ácido alfa-linolênico e os ácidos graxos ômega-6 (ou n-6), representados pelos ácidos linoléico e araquidônico. A importância dos ácidos graxos n-6 é conhecida desde os meados de 1930. Enquanto que os ácidos graxos n-3, somente após 1980, tiveram a sua necessidade associada à prevenção, principalmente, de distúrbios neurológicos e visuais. Estes ácidos graxos poliinsaturados são de grande importância no metabolismo humano por envolverem funções biológicas.

O ômega 3, também denominado ácido alfa-linoléico, é composto por ácidos graxos poliinsaturados (eicosapentaenóico e docosaexaenóico) os quais são freqüentemente encontrados com concentrações expressivas em animais marinhos. Neste meio, destacam-se os animais procedentes de regiões frias e águas profundas. São exemplos desses animais o atum, a sardinha, o salmão e a cavala, que quanto mais ricos em gordura forem, maior seu teor de ácidos graxos ômega 3.

Com a finalidade de redução da incidência dos elevados níveis de obesidade e das comorbidades associadas a esta doença, a American Heart Association recomenda o consumo de uma dieta equilibrada, com baixo teor de lipídios, colesterol e ácidos graxos saturados. Em contrapartida, recomenda a ingestão de ácidos graxos monoinsaturados e poli-insaturados na dieta, ainda que por suplementação.

AÇÃO TERAPÊUTICA E INDICAÇÕES
• Possui ação cardioprotetora;
• Auxiliar no tratamento de hipertrigliceridemia;
• Atenuante em quadros inflamatórios;
• Participa da regularização do LDL colesterol.

PROPRIEDADES E MECANISMO DE AÇÃO
O ácido alfa-linoléico é considerado essencial para a manutenção saudável das membranas celulares e sintetização de eicosanóides, os quais são mediadores químicos responsáveis por auxiliar na coagulação sanguínea, na normalidade da pressão sanguínea, desenvolvimento ocular saudável e bom desempenho do sistema nervoso central. Da mesma maneira contribui para o fortalecimento do sistema imunológico e reduz quadros inflamatórios, assim como proliferações celulares.

Os ácidos graxos ômega-3 (AGs n-3), especialmente os EPAs, parecem ter importante papel na caquexia induzida pelo câncer. Vários mecanismos de ação foram propostos para explicar como os AGs n-3 podem modificar o processo de carcinogênese, tais como: supressão da biossíntese dos eicosanóides derivados do ácido araquidônico; influência na atividade do fator de transcrição nuclear, na expressão gênica e nas vias de transdução de sinais; alteração do metabolismo do estrogênio; aumento ou diminuição da produção de radicais livres e espécies reativas de oxigênio e; influência nos mecanismos envolvendo a resistência à insulina e a fluidez das membranas.

O ômega 3 de origem marinha possui a capacidade de reduzir as concentrações plasmáticas de triglicerídeos. Há evidências epidemiológicas de que ingerir ômega 3 regularmente, de fato, reduz o risco de cardiopatia isquêmica, e a suplementação da dieta com ácidos graxos n-3 poliinsaturados (PUFA – polyunsaturated fatty acids) melhora a sobrevida em pacientes que tenham tido, recentemente, um infarto do miocárdio. O mecanismo de ação, neste caso, pode ser proveniente dos potentes efeitos antiarrítmicos dos PUFA; o que portanto, impacta diretamente na normalidade da pressão arterial.

O óleo de peixe é rico em PUFA, o que inclui os ácidos eicosapentaenóico (EPA) e docosaexaenóico (DHA), e tem outros efeitos potencialmente importantes, inclusive no que pauta a inibição plaquetária e efeitos antiinflamatórios. Isso se deve ao fato de que o ácido eicosapentaenóico (EPA) interfere na produção de prostaglandina trombótica e tromboxano ou é transformado em prostaglandinas antitrombóticas, o que devido a estudos voltados a eicosanóides, revela sua ação cardioprotetora; assim como sob o sistema vascular e homeostático.

O ácido docosaexaenóico (DHA) é o ácido graxo neuroestimulante em maior concentração na porção fosfolipídica das células receptoras, portanto, se encontra no sistema nervoso central, retina e em outros tecidos do organismo humano. No que se refere ao aumento da concentração para atividades de alta performance, o ácido docosapentanóico é absorvido numa parcela maior pelo sistema nervoso central, o que leva ao aumento da fluidez da membrana, tecido o qual modifica as propriedades de sinalização dos neurônios e por conseqüência, afeta a função da barreira hematoencefálica.



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